Um retrato da guerra civil em Angola. Com prefácio de Mário Soares

 

Persona non Grata

Em 1987, estava a guerra civil em Angola no seu ponto mais quente, Sérgio Soares, então na agência Lusa, recebeu inesperadamente o agrément do regime oficialmente marxista-leninista para se instalar em Luanda como correspondente estrangeiro. Esta autorização tornou-o o primeiro e durante muito tempo o único correspondente de um país ocidental a cobrir um conflito que na altura parecia ter-se eternizado.

Foto_Heli

Entre 1985 e 1992, ou seja, até ter publicado no semanário Expresso um artigo acerca da situação no país que caiu particularmente mal ao regime, Sérgio Soares observou como testemunha independente momentos únicos da história contemporânea de Angola, que deixou registados com frontalidade nestes Cadernos de Um Repórter.

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There is one comment

  1. Valdemar Almeida

    Um livro que todos deviam ler, não só para entender os acontecimentos passados, mas sobretudo, para compreender como se estabeleceram as realidades angolanas que hoje conhecemos. É também um relato de coragem de alguém que ousou desafiar os poderes estabelecidos e relatar a verdade dos acontecimentos.

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